A BÍBLIA SERVE A JESUS, NÃO JESUS À BÍBLIA!
Quem vive para defender a Bíblia ainda não conheceram Jesus mesmo!
É estranho como Jesus e os apóstolos não usaram a Bíblia como argumento de fé, exceto para os que cultuavam o Livro, no caso, os judeus; e olhe lá...
O máximo que Jesus disse foi “são as Escrituras que testificam de mim...”; e mais: “...mostrou o que a Seu respeito constava em todas as Escrituras...” — mas não gastou tempo algum supostamente fazendo apologia de nada.
Afinal, a Bíblia jamais seria a apologia de Jesus; posto que Jesus fosse o Verbo vivo e falando o que a Bíblia nem poderia sonhar em falar, revelar e dizer...
Cristãos que vivem para defender a Bíblia ainda não conheceram Jesus mesmo!
Por isso não se vê Paulo, Pedro, João, Lucas e ninguém tentando provar Jesus em razão da Bíblia ser fidedigna!
Não! Fidedigno era o testemunho que eles davam...
Da Bíblia o que se pode dizer é que ela é fiel como Palavra apenas porque afirma que Jesus é Deus e eu sou dos pecadores o principal!
O mais é um diletantismo ao qual Jesus jamais teria tempo e animo para se dar...
Depois que o Evangelho entrou em mim a Bíblia passou a ser apenas um Testemunho, mas não o Testemunho!
Sim, pois em mim o Testemunho é o do Espírito!
Afinal, é tudo tão simples!...
Sim, o que se diz é que o testemunho de Jesus é todo o espírito da profecia; ou seja: da revelação na Bíblia.
O mais não passa de mera ilustração...
É nessa fé/certeza que me sinto a cada dia mais inabalável Nele; e Nele apenas...
Caio
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Ontem cruzamos o arquipélago japonês até o norte da maior ilha (Honshu) rápidos feito uma bala, na verdade, um trem-bala (Shinkansen), até Sendai, conhecida como a cidade das árvores.
Mas não deu tempo de filmar árvore alguma, pois chegamos ao hotel junto com uns 10 carros de bombeiro, além de ambulâncias e carros de polícia, todos com suas sirenes ligadas. Já imaginou?
Tudo porque no prédio vizinho ao nosso fora acionado um alarme de incêndio no sétimo andar. Então, chegaram as TVs, e nós lembramos que também somos da TV, da VVTV. Daí entramos em ação, e filmamos, entrevistamos gente e aguardamos o desenrolar das atividades de emergência, até se certificar de que, na verdade, não aconteceu NADA... Ninguém se feriu, ninguém se jogou lá de cima, nada explodiu... Mas a rapidez com que as forças de segurança se movem aqui é impressionante... Eles estão sempre preparados para o pior.
À noite fomos para Tóquio, que tem a região metropolitana mais populosa do mundo... Fizemos poucos takes de gravação, porque meu companheiro Claúdio, o camera man, perdeu nossas bolsas numa das avenidas da imensa cidade... e tivemos que voltar para procurá-las em algum esquina. E, incrivelmente, as bolsas estavam lá, quietinhas, no mesmo lugar, apesar da multidão de passantes.
Nesse momento, estamos retornando à Nagoya, principal cidade da região de maior concentração de brasileiros no Japão.
Pois é... Hoje os ¨makking off¨superaram as gravações propriamente ditas. Mas tenho certeza que, de tudo isso, sairá um documentário que será visto por muitos nipo-brasileiros aqui e aí no Brasil, tornando-se mais um instrumento de comunicação do Evangelho, poder para transformar o ¨fogo¨em blefe e encontrar o que se havia perdido!
Marcelo e Claúdio
Tóquio/JP
Mas não deu tempo de filmar árvore alguma, pois chegamos ao hotel junto com uns 10 carros de bombeiro, além de ambulâncias e carros de polícia, todos com suas sirenes ligadas. Já imaginou?
Tudo porque no prédio vizinho ao nosso fora acionado um alarme de incêndio no sétimo andar. Então, chegaram as TVs, e nós lembramos que também somos da TV, da VVTV. Daí entramos em ação, e filmamos, entrevistamos gente e aguardamos o desenrolar das atividades de emergência, até se certificar de que, na verdade, não aconteceu NADA... Ninguém se feriu, ninguém se jogou lá de cima, nada explodiu... Mas a rapidez com que as forças de segurança se movem aqui é impressionante... Eles estão sempre preparados para o pior.
À noite fomos para Tóquio, que tem a região metropolitana mais populosa do mundo... Fizemos poucos takes de gravação, porque meu companheiro Claúdio, o camera man, perdeu nossas bolsas numa das avenidas da imensa cidade... e tivemos que voltar para procurá-las em algum esquina. E, incrivelmente, as bolsas estavam lá, quietinhas, no mesmo lugar, apesar da multidão de passantes.
Nesse momento, estamos retornando à Nagoya, principal cidade da região de maior concentração de brasileiros no Japão.
Pois é... Hoje os ¨makking off¨superaram as gravações propriamente ditas. Mas tenho certeza que, de tudo isso, sairá um documentário que será visto por muitos nipo-brasileiros aqui e aí no Brasil, tornando-se mais um instrumento de comunicação do Evangelho, poder para transformar o ¨fogo¨em blefe e encontrar o que se havia perdido!
Marcelo e Claúdio
Tóquio/JP

Envio esta mensagem com a intenção e o desejo de incentivar a participarem do restante das palestras do caminho da graça ,
Meu nome é Wendell Hayashi, moro em Toyohashi, província de Aichi, muito distante da cidade de Kakamigahara,
onde estão sendo realizadas as palestras
No último final de semana tive a alegria de participar com eles.
Conheço o trabalho do Caio desde a metade da década de 90, agora com o site e a partir de 2004, com o Caminho,
e neste final de semana que passou conheci o Marcelo, Cláudio, Cláudia, Flávio, Maurício e tantos outros amigos
que resolveram ser honestos diante de Deus e cada um consigo mesmo, cansados da religiosidade.
Eu também me junto a eles e a todos que estão espalhados por todo o mundo, e que decidiram seguir a Jesus de uma maneira sincera e uma vida plena .
Não há nada de novo, somente o excelente Evangelho de Cristo.
Espero que muitos sejam beneficiados com o restante das palestras e com o trabalho do Caminho aqui na Estação do Japão.
No amor de Cristo
Em 09 de Setembro de 2009
W. Hayashi

Amigos da minh´alma, obrigado pelas orações e carinho de todos, os que escrevem e os que não escrevem, mas eu sei que estão aí, no mesmo espírito.
Domingo reunimos a Estação num prédio especial. Tive que tirar os sapatos e calçar umas sapatilhas que só cabem mesmo em pezinho de japonesa... Quando a circulação dos meus dedos começou a parar, preguei de meia mesmo... um alívio... Falei em I Pedro 4 e 5, sem "inventar" nada... O que está lá, repeti!
Segunda todos se reuniram de novo. Dessa vez nem coloquei as sapatilhas... rs!
O auditório foi cedido até às 21 horas, e eles ainda tinham muitas dúvidas sobre Deus, a Graça, o significado do Evangelho, além de questões metodológicas: o que significa uma "Estação"? Como abortar amigos para ir com eles nesse lugar que "sei lá o que é..."? E coisas assim... A conversa ficou muito boa, e surpreendentemente assim que o horário se esgotou, todo mundo fez igual no programa do Jó: Aaaaahhhhh, não!
Então, me propuseram se eu gostaria de continuar numa praça próxima, com aquelas arquibancadas romanas... Fomos. E lá expus o Evangelho e o viver comunitário que Dele pode advir até umas 23 hs.
Sinceramente, eu já estava tonto... e capengando... pois tinha andado por todo o dia mais do que minha barriga tá acostumada. Eu, o Cláudio e o Wendell, que vai mentorar uma Estação em Toyohashi, passamos o dia gravando para a VVTV... e eu não quero NEM VER no que vai dar... (três inexperientes MESMO).
Mas terminei a noite feliz e cheio de ânimo na alma, por ver os rostinhos deles tão atentos até o final... O Eutico da história era eu mesmo...! Quase dormi em pé, mas o assunto era importante: A Graça de contribuir com dons e recursos para que a Estação tenha como trabalhar e ajudar os necessitados...
Amo vocês. Obrigado pelo apoio.
Caio, obrigado pela confiança e privilégio.
Pessoal de Santos, obrigado pela filiação alegre mesmo a essa minha mentoria distante...
Marcelo Quintela
Nagoya / Japão

Gente querida do Caminho Santos e de todas as estações de amor pelas quais os peregrinos passam para se alimentar e descansar, paz!
Saí de São Paulo em direção a França as 23 h de quinta passada, não levei minha família para o aeroporto, pois as crianças iam chorar mais ainda, no avião dormi pouco, tudo apertado, cochilei umas 3 horas, das 12 horas que nos separam da Europa...
Após esse período, pousamos em Paris e sem demora fui para o portão japonês de transporte aéreo e foram mais 12 horas de turbina ligada até chegar aqui, no fim do mundo, ou melhor, no começo, onde o sol nasce primeiro... Tive a sensação de estar pousando em Marte tamanha a diferença de paisagem... Só que não encontrei marcianos, encontrei gente amada que me aguardava feliz no aeroporto de Nagoya, grande cidade do Japão.
Junto com o pessoal da estação, já estavam dois outros irmãos que vieram de longe, e se conheceram no aeroporto. Foram levados até lá pelos anúncios dos blogs no Brasil.
Bom, sai do Brasil dia 3 e cheguei aqui dia 5... Aqui é domingo e vamos almoçar agora a noite, logo mais, teremos a primeira reunião publica. Bom, se na Holanda eu me queixei de não entender bem a língua, aqui tudo que eu vejo são casinhas e casinhas, triângulos, quadrados, todos presentes nesse teclado aqui ... Mas a linguagem do Espírito é outra, e fala com o coração dos homens de todas as tribos, línguas, raças e nações...! E vai falar esses dias aqui, pela Graça Daquele que me trouxe!
Um beijo no coração de todo mundo!
Sayonara!
Marcelo Quintela
Kakamigahara / Japão
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
MINHA ALEGRIA COM MUITOS IRMÃOS!
Estes últimos dias foram muito agitados e cheios de imprevistos, gerando uma acumulação de coisas que venho tentando evitar como norma de vida.
Cheguei de Manaus, onde estive prioritariamente para ver minha mãezinha, e, também, as manas, os sobrinhos e o máximo possível de parentes. Entretanto, também sempre tenho o privilégio de pregar em reuniões do Caminho da Graça, ou de grupos com ele identificados na cidade, como o Refúgio R15 e a Confraria da Graça, além de igrejas instituicionalizadas, mas que identificam-se com os modos do Evangelho segundo temos ensinado.
Em meio a tudo isto tive uma pequena chance de estar com um grupo mais íntimos dos do Caminho, em um jantar num restaurante que foi aberto para nós numa segunda-feira à noite [quando geralmente não abre], tempo no qual Adriana e eu pudemos verificar o bom espírito de todos eles, o que nos alegrou muito. Minha mãe já tinha me dito: “Meu filho, esse grupo do Caminho está cada vez mais gostoso. É uma comunhão livre e limpa. Eu estou amando ter as reuniões aqui em casa. São pessoas preciosas. E você precisa ver o carinho e cuidado que eles têm comigo. São uns filhos”. Mas tivemos nós mesmos que sentir as energias de todos eles a fim de entender melhor o que mamãe nos havia dito.
Esta constatação nos encheu o coração de alegria.
Ontem fui correndo a Goiânia fazer o casamento de meu filho na fé e mentor do Caminho n aquela cidade, o Thiago, filho do Wesley e da Marlene, que, ontem, casou com a Ana Luiza, num evento lindo, à beira de um lago, sobre um lindo gramado, em um sítio nas proximidades da cidade.
Encontrei muita gente amada. Foi agradabilíssimo para a minha alma.
O Thiago é um discípulo cavalheiro e fidalgo, bom de coração e rico em consciência espiritual, e que ama os filhos de Deus.
Lá ouvi de seu pai, o Wesley, o belo testemunho de que os grupos do Caminho que ele tem visitado pelo Brasil, todos têm o mesmo espírito; e me disse: “O lindo é ver que tudo é espontâneo, e que vai crescendo devagar, com consistência, com todo mundo sendo crente, e, ao mesmo tempo, mantendo o coração no mesmo espírito, e isso sem controle e sem centro, tudo livre, mas sem perder o mesmo espírito. Vejo que o Caminho tem sido um espaço de acolhimento de gente espiritualmente sarada, ao mesmo tempo em que alguns problemáticos das igrejas também procuram. Mas a benção dos que entenderam é maior que a confusão dos que não entenderam. Assim tudo entra logo no mesmo espírito”.
Fiquei muito feliz ao ouvir esse testemunho, pois, conheço o Wesley há muitos anos, e sei que ele se manteve crente apesar de tudo o que viu no curso dos anos, prova disso são os filhos também discípulos de Jesus que eles geraram, ao ponto da Marlene, a mãe, ter me dito outro dita: “A gente é que hoje é forçado a crescer com eles.”
Assim, agradeço aqui a todos os mentores do Caminho da Graça que têm se mantido fiéis ao espírito simples do Evangelho, e, coerentemente com o que aprenderam e disseram que desejam pregar e viver, estão fazendo isso com verdade e alegria, e apenas por amor e submissão à verdade de Jesus, que é o único elo de tal unidade livre e limpa que tem sido testemunhada por outros e por mim também.
Além de tudo, ainda pude conhecer em Goiânia uma familinha linda de brasileiros-japoneses, e que me disseram que estavam no Japão, todos católicos, e, de súbito, o que estava bem começou a dar errado. Eles disseram que tinham um parente bem “evangélico”, que ia à casa deles sempre falando do “Deus dele”, ao ponto de que a familinha católica já não agüentava mais... Então, depois de um tempo, o parente bem “evangélico” mudou, e passou a chegar lá calmo e tranquilo, ao ponto de eles quererem saber o que estava acontecendo. Ele então falou do site e da Vem e Vê TV, e disse: “Conheci o Evangelho e fiquei livre da religião”. E mostrou a eles como fazer para acessar.
A senhora, a matriarca da familinha, me disse:
“Começamos a assistir e fomos entendendo. Quando vimos tudo tinha mudado na nossa mente. Ficamos livres da religião e crentes no Evangelho naturalmente. E tudo mudou em nós, ao ponto de que os problemas foram se resolvendo em paz. Agora estamos de volta, e muito felizes, e iniciando nossa caminhada com o pessoal do Caminho aqui. Queríamos que você soubesse como o site e a Vem e Vê TV foram nossos meios de benção lá do outro lado do mundo, mudando a gente sem que nós sentíssemos. É a coisa da consciência!”
Fiquei cheio de regozijo no espírito.
Estava morrendo de saudades de casa e também de recomeçar o Papo de Graça todas as tardes.
Hoje é domingo. Um dia calmo e suave para a minha alma.
Sinto-me cheio de gratidão e alegre no amor de Deus.
Nele, em Quem temos gozo completo,
Caio
Estes últimos dias foram muito agitados e cheios de imprevistos, gerando uma acumulação de coisas que venho tentando evitar como norma de vida.
Cheguei de Manaus, onde estive prioritariamente para ver minha mãezinha, e, também, as manas, os sobrinhos e o máximo possível de parentes. Entretanto, também sempre tenho o privilégio de pregar em reuniões do Caminho da Graça, ou de grupos com ele identificados na cidade, como o Refúgio R15 e a Confraria da Graça, além de igrejas instituicionalizadas, mas que identificam-se com os modos do Evangelho segundo temos ensinado.
Em meio a tudo isto tive uma pequena chance de estar com um grupo mais íntimos dos do Caminho, em um jantar num restaurante que foi aberto para nós numa segunda-feira à noite [quando geralmente não abre], tempo no qual Adriana e eu pudemos verificar o bom espírito de todos eles, o que nos alegrou muito. Minha mãe já tinha me dito: “Meu filho, esse grupo do Caminho está cada vez mais gostoso. É uma comunhão livre e limpa. Eu estou amando ter as reuniões aqui em casa. São pessoas preciosas. E você precisa ver o carinho e cuidado que eles têm comigo. São uns filhos”. Mas tivemos nós mesmos que sentir as energias de todos eles a fim de entender melhor o que mamãe nos havia dito.
Esta constatação nos encheu o coração de alegria.
Ontem fui correndo a Goiânia fazer o casamento de meu filho na fé e mentor do Caminho n aquela cidade, o Thiago, filho do Wesley e da Marlene, que, ontem, casou com a Ana Luiza, num evento lindo, à beira de um lago, sobre um lindo gramado, em um sítio nas proximidades da cidade.
Encontrei muita gente amada. Foi agradabilíssimo para a minha alma.
O Thiago é um discípulo cavalheiro e fidalgo, bom de coração e rico em consciência espiritual, e que ama os filhos de Deus.
Lá ouvi de seu pai, o Wesley, o belo testemunho de que os grupos do Caminho que ele tem visitado pelo Brasil, todos têm o mesmo espírito; e me disse: “O lindo é ver que tudo é espontâneo, e que vai crescendo devagar, com consistência, com todo mundo sendo crente, e, ao mesmo tempo, mantendo o coração no mesmo espírito, e isso sem controle e sem centro, tudo livre, mas sem perder o mesmo espírito. Vejo que o Caminho tem sido um espaço de acolhimento de gente espiritualmente sarada, ao mesmo tempo em que alguns problemáticos das igrejas também procuram. Mas a benção dos que entenderam é maior que a confusão dos que não entenderam. Assim tudo entra logo no mesmo espírito”.
Fiquei muito feliz ao ouvir esse testemunho, pois, conheço o Wesley há muitos anos, e sei que ele se manteve crente apesar de tudo o que viu no curso dos anos, prova disso são os filhos também discípulos de Jesus que eles geraram, ao ponto da Marlene, a mãe, ter me dito outro dita: “A gente é que hoje é forçado a crescer com eles.”
Assim, agradeço aqui a todos os mentores do Caminho da Graça que têm se mantido fiéis ao espírito simples do Evangelho, e, coerentemente com o que aprenderam e disseram que desejam pregar e viver, estão fazendo isso com verdade e alegria, e apenas por amor e submissão à verdade de Jesus, que é o único elo de tal unidade livre e limpa que tem sido testemunhada por outros e por mim também.
Além de tudo, ainda pude conhecer em Goiânia uma familinha linda de brasileiros-japoneses, e que me disseram que estavam no Japão, todos católicos, e, de súbito, o que estava bem começou a dar errado. Eles disseram que tinham um parente bem “evangélico”, que ia à casa deles sempre falando do “Deus dele”, ao ponto de que a familinha católica já não agüentava mais... Então, depois de um tempo, o parente bem “evangélico” mudou, e passou a chegar lá calmo e tranquilo, ao ponto de eles quererem saber o que estava acontecendo. Ele então falou do site e da Vem e Vê TV, e disse: “Conheci o Evangelho e fiquei livre da religião”. E mostrou a eles como fazer para acessar.
A senhora, a matriarca da familinha, me disse:
“Começamos a assistir e fomos entendendo. Quando vimos tudo tinha mudado na nossa mente. Ficamos livres da religião e crentes no Evangelho naturalmente. E tudo mudou em nós, ao ponto de que os problemas foram se resolvendo em paz. Agora estamos de volta, e muito felizes, e iniciando nossa caminhada com o pessoal do Caminho aqui. Queríamos que você soubesse como o site e a Vem e Vê TV foram nossos meios de benção lá do outro lado do mundo, mudando a gente sem que nós sentíssemos. É a coisa da consciência!”
Fiquei cheio de regozijo no espírito.
Estava morrendo de saudades de casa e também de recomeçar o Papo de Graça todas as tardes.
Hoje é domingo. Um dia calmo e suave para a minha alma.
Sinto-me cheio de gratidão e alegre no amor de Deus.
Nele, em Quem temos gozo completo,
Caio
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